Apendicectomia

A cirurgia para apendicite, conhecida como apendicectomia, é o tratamento utilizado em caso de inflamação do apêndice. Esta cirurgia, geralmente, é feito sempre que se confirma a apendicite pela médico, através do exame clínico e uma ultrassonografia ou tomografia do abdômen, por exemplo.

A cirurgia para apendicite costuma ser feita com anestesia geral e dura entre 30 a 60 minutos, podendo ser feita de 2 formas:

  • Cirurgia para apendicite por laparoscopia: o apêndice é removido através de 3 pequenos cortes de 1 cm, através dos quais são introduzidos uma pequena câmera e os instrumentos cirúrgicos. Neste tipo de cirurgia a recuperação é mais rápida e a cicatriz menor, podendo ser quase imperceptível;
  • Cirurgia para apendicite tradicional: é feito um corte com cerca de 5 cm no abdômen do lado direito, necessitando de uma maior manipulação da região, o que torna a recuperação mais lenta e deixando uma cicatriz mais visível. Normalmente é utilizada sempre que o apêndice se encontra muito dilatado ou rompeu.

 

Cirurgia Bariátrica

A cirurgia bariátrica é uma opção para pessoas que ainda estão severamente obesas após tentarem perder peso através de outros métodos, como dieta e exercício. É também uma alternativa para pessoas que tenham algum problema de saúde grave relacionado à sua obesidade, como o diabetes tipo 2. Existem diferentes métodos para fazer esta cirurgia, e ela pode ser realizada em indivíduos com mais de 18 anos de idade e que não conseguiram emagrecer com outros tratamentos. Após a cirurgia, é necessário seguir uma dieta rigorosa e praticar atividade física regularmente para favorecer a perda de peso e o bom funcionamento do organismo.

Colecistectomia

Orientações:
Retirada da vesícula biliar. A causa mais freqüente é a presença de cálculos(pedras) que causam episódios de dores e ou inflamação.
A cada cinco pacientes operados quatro são do sexo feminino, e geralmente são mulheres que já tem filhos ou com histórico familiar.
A pessoa pode sentir apenas leve desconforto no abdômen superior mais para a direita ou pode ter crises de dores no hipocôndrio direito(lado direito alto do abdômen) ou epigástrico(parte alta central do abdômen). A dor pode irradiar para o dorso. Pode haver náuseas e vômitos.
Os episódios das crises duram de 30 a 90 minutos e alguns pacientes precisam buscar serviço de urgência para serem medicados.
O melhor tratamento é a remoção da vesícula biliar junto com os cálculos por videolaparoscopia.
Veja o vídeo de uma cirurgia feita por nossa equipe.
Videocolecistectomia
Para esta cirurgia geralmente os pacientes são internados no mesmo dia da cirurgia e tem que ter jejum de 8 horas.
Nos dias que a nossa equipe opera a tarde(segunda a sexta) orientamos nossos pacientes a fazer um café da manhã as 7 hora leve e comparecer ao hospital as 11 hora.
A cirurgia dura em média de 40 a 60 minutos e sào feitas com anestesia geral.
A alta hospitalar quase sempre acontece no dia seguinte a cirurgia e orientamos o paciente a ficar 3 dias em dieta pastosa e evitar alimentos gordurosos por no mínimo 30 dias.
De 7 a 10 dias pode retirar os pontos e retornar a suas atividades do dia a dia(trabalhar, dirigir automóveis, etc)
Atividades físicas leves(caminhada) com 15 dias e academia após 30 dias após a cirurgia.

Dilatação

Dilatação esofágica é um procedimento que permite ao médico dilatar, ou abrir, uma área estreitada do esôfago. Há várias técnicas que podem ser usadas com este propósito. Pode ser realizada com auxílio direto da endoscopia ou, alternativamente, através de sondas dilatadoras calibradas passados através da boca para o esôfago.

 

DRGE

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma doença digestiva crônica que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo. Ela ocorre quando o ácido estomacal ou outros conteúdos estomacais retornam ao tubo digestivo (esôfago), o que é normalmente causado por uma válvula ou esfíncter fracos entre o esôfago e o estômago. O conteúdo extravasado (refluxo) irrita a parede do esôfago e causa a DRGE. Sintomas frequentes e incômodos podem incluir azia, regurgitação, perturbação do sono, comprometimento vocal e complicações respiratórias. A maioria dos indivíduos com DRGE são tratados com sucesso com medicamentos bloqueadores de ácido, tais como os inibidores da bomba de prótons (IBP).

 

Enterotomia

São feitas quatro incisões: uma de 1 cm na cicatriz (por onde é colocada a câmera que oferece ao cirurgião, pelo monitor, uma visão com 20 vezes de aumento e iluminação potente), três incisões de 5 mm e uma de 1 cm ao longo de quatro quadrantes do abdômen. O abdômen é insuflado com gás carbônico para que o cirurgião possa enxergar dentro da cavidade.

O intestino é dissecado e ressecado parcial ou totalmente, dependendo do envolvimento da lesão. São utilizados materiais do tipo stapler, grampeadores intestinais que cortam e suturam ao mesmo tempo, tornando a cirurgia mais rápida e segura.  A retirada do segmento do intestino é realizada com uma pequena ampliação de uma das incisões. Ao final do procedimento, retira-se também o gás carbônico.

 

Tratamento Videolaparoscópico do Refluxo Gastroesofágico

Orientações:
A doença do refluxo é umas das patologias que mais cresce no mundo ocidental, podem estar presente os sintomas clássicos de pirose e regurgitação ou ter sintomas atípicos como rouquidão, tosse e até dor torácica às vezes confundindo com a dor cardìaca.
Apesar de ser uma doença crônica com recidivas frequentes felizmente na grande maioria das vezes o tratamento clínico bem conduzido é o suficiente para o paciente ter um bom padrão de qualidade de vida.
Em alguns poucos casos é que precisamos usar o tratamento cirurgico, nestes pacientes devemos ter uma avaliação precisa para estarmos convencidos de que a cirurgia vai trazer benefícios para o paciente.
O resultado da cirurgia depende muito da experiência e do conhecimento da equipe cirurgica.
Veja em anexo vídeo de um paciente nosso submetido a esta cirurgia.
O paciente apresentou melhora clinica e endoscópica e está sendo acompanhado desde de 2007.

Gastrostomia endoscopica

É um método bastante utilizado para alimentar os pacientes que, por qualquer motivo, não conseguem engolir ou que ao fazê-lo, têm um alto risco de aspiração.

Antes este procedimento era realizado por via cirurgica convencional e apresentava maiores riscos. Este procedimento é indicado para o paciente que não consegue engolir ou está apresentando dificuldade para fazê-lo.
As duas indicações mais freqüentes são: pacientes com seqüelas pós A.V.C e pacientes com doenças demenciais progressivas(ex: Doença de Alzheimer).
Esse método acontece por via endoscópica onde colocamos um tubo direto no estômago.
O paciente deve ter no mínimo oito horas de jejum antes do procedimento, na manhão do procedimento um banho com sabão de coco e lavar bem o abdômen, uma hora antes do procedimento ter uma boa higiene oral com uso de colutórios(ex: Listerine / Cepacol).
A depender das condições clínicas do paciente este procedimento pode ser realizado na clínica Gastros ou no hospital com suporte de UTI.
O paciente só pode ser alimentado 4 horas após o procedimento, sendo a primeira dieta metade da dose habitual.

Pioneira neste procedimento aqui no Piauí e com mais de 2000 gastrostomias endoscópicas realizadas, a clínica Gastros é lider na realização deste procedimento.

Seguem abaixo algumas dicas para os cuidadores destes pacientes:
1. Importante não deixar o paciente ou um acidente tirar a sonda, principalmente antes da primeira quinzena, se isto acontecer leve imediamente ao hospital se for antes da primeira semana a solução pode ser uma cirurgia, depois de quinze dias geralmente o trajeto esta feito e vamos ter apenas que colocar uma sonda provissoria.
2. Em caso de aparecer uma “mancha” vermelha endurecida com calor local geralmente na primeira semana depois do procedimento pode ser uma infecção, Ligue para nós.
3. Lave a sonda com 20 a 40ml de água sempre depois das alimentações.
4. Antes de cada alimentação aspire a sonda, se a quantidade do aspirado for igual ou maior da última refeição contate a nossa equipe e não coloque nada pela sonda.
5. Duas vezes por semana coloque 20 a 40ml de refrigerante tipo cola(ex: coca-cola) para “limpar” a sonda.
6. Externamente a sonda deve ser lavada apenas com água do banho e sabonete neutro.
7. Depois das refeições faça um giro na sonda
8. Subir o tronco do paciente pelo menos 30 graus na hora de introduzir os alimentos e deixar assim por 30 a 60 minutos depois.
9. As sondas mais modernas duram de 6 a 18 meses em média.
10. A alimentação deve ser orientada por um Nutricionista.
11. Qualquer dúvida escreva para contato@gastros.com.br ou lucidiobl@gmail.com

Hérnia abdominal 

A hérnia acontece quando há algum enfraquecimento do tecido da barriga, que pode ser genético, ou que pode surgir após um aumento da pressão dentro da barriga, como acontece após um esforço, devido à obesidade ou à gravidez, por exemplo.

  • Umbilical, é a mais comum em bebês, e, geralmente, regride sem precisar de cirurgia nos primeiros anos de vida. A hérnia umbilical no adulto deve ser tratada com cirurgia para evitar complicações, como infecção do intestino.
  • Incisional, acontece no local de alguma cirurgia antiga, devido ao enfraquecimento do local onde foi feita a sutura.

 

Jejunostomia

A jejunostomia é uma intervenção que se chama assim por ser feita no início do intestino delgado que é chamado de jejuno. A jejunostomia é uma operação que consiste em abrir orifício no jejuno, através da parede abdominal. Nesta abertura no intestino delgado posiciona-se uma sonda (tubo flexível) através da qual se introduz alimentos ou medicamentos ou se faz uma saída artificial de fezes (ânus artificial). Pode ser feita direta na pele onde se coloca uma bolsa coletora ou por sonda para administração de dietas especiais ou medicamentos. A jejunostomia é realizada em pacientes que perderam, temporária ou definitivamente, a capacidade de deglutir os alimentos e que não podem ou não conseguem se alimentar pela boca, ou pacientes que padeceram lesões cerebrais graves ou transtornos do trato gastrointestinal superior. A jejunostomia só é recomendada quando há a necessidade de alimentação por longo prazo (ao menos tres a seis meses).

Laparoscopia

Orientações:
É um procedimento cirúrgico minimamente invasivo realizado sob efeito de anestesia. Um método consagrado para fazer a retirada da vesícula biliar. Também é utilizada largamente em cirurgias ginecológicas e urológicas.

Ligadura Elástica

Algumas doenças entre elas a mais frequente é a cirrose do fígado pode levar a formação de varizes no esôfago, no estômago e menos usual até mesmo no intestino.
As varizes podem sangrar com o paciente apresentando ou vômito de sangue e ou fezes escuras.
O melhor tratamento das varizes é a Ligadura Elástica Endoscopica.
Antes do  procedimento você deve ter no mínimo oito(08) horas de jejum e ir a clínica Gastros acompanhado(maior de 18 anos).
O procedimento é realizado com sedação profunda assistido pelo médico anestesiologista para seu conforto e segurança.
Depois do procedimento você deve ter três(03) dias de dieta pastosa e evitar grandes esforços.
Lembrar também de não dirigir automoveis ou qualquer outra máquina além de evitar atividades que requer atenção nas 24 horas depois da Ligadura Elástica.
Para tratar todas as varizes na maioria das vezes é necessario 2 ou 3 sessões de Ligadura Elástica com intervalos de 15 a 30 dias entre uma sessão e outra.

 

Mucosectomia

Procedimento endoscopico para retirada de lesões nas camadas superficiais do trato digestivo (usado mais frequente no estômago e colon).
Geralmente são lesões mais planas que impossibilitam a técnica da polipectomia e que vai precisar ser elevada para depois ser seccionada e envolve uma técnica mais elaborada e apurada do que a polipectomia.
Solicitamos que o paciente tenha no mínimo 8 horas de jejum.
A depender de fatores da lesão e do paciente este procedimento pode ser realizado na clinica Gastros ou no hospital com suporte de UTI.
Tempo médio de procedimento de 15 a 30 minutos sempre com assistência do anestesiologista para segurança e conforto do paciente.
Depois de 6 hora do procedimento pode iniciar dieta pastosa e permanece com esta dieta por 3 dias.
Observar dor abdominal, febre e fezes escuras com odor forte nos 5 dias pós procedimento.

 

Papilotomia Endoscópica

Este procedimento tem acesso as vias biliares com abertura da papila de Vater.
O procedimento mais usual é a retirada de cálculo(pedras) do canal do colédoco.
Também é muito usado nos quadros de colestase(retenção da bile) por tumores do Pâncreas e do próprio colédoco com colocação de prótese(s).
Este procedimento é menos invasivo, causa menos dor, menos tempo no hospital e retorno mais rápido a suas atividades do que os procedimentos cirúrgicos tradicionais.
Por se tratar de procedimento que pode ser convertido para cirurgia e tradicional e de apesar de mínimo ter riscos de sangramento grave durante o procedimento a nossa equipe SÓ realiza a
Papilotomia Endoscópica em hospital com SUPORTE DE UTI.
O paciente tem que estar de jejum por no mínimo 8 horas antes do procedimento.
Para a segurança e conforto do paciente nossa equipe SÓ realiza a Papilotomia Endoscópica com anestesia geral.
Na grande maioria das vêzes a alta do hospital é no dia seguinte e o paciente por cinco dias tem que fiar atento se vai dar febre e ou sem apresenta fezes escura como borra de café e com odor forte(sinal de sangramento).
A equpe da Gastros já tem mais de 18 anos que realiza a Papilotomia Endoscopica com aproximadamente 2000 procedimentos sendo a maior experiência no estado do Piauí.

 

Polipectomia Endoscópica

Na realização dos exames de endoscopia alta e colonoscopia podemos diagnosticar lesões planas e elevadas geralmente chamadas de pólipos e que as vezes precisam ser retiradas.
Este procedimento pode ser feito na unidade de endoscopia ou no centro cirúrgico depende do pólipo e das condições do paciente.
A depender das caracteristicas, principalmente o tamanho e a localização, podemos solicitar o paciente suspender os medicamento que alterão a coagulação(aspirina, clopidogrel, etc)
No dia do exame você deve fazer um jejum de pelo menos oito hora e levar o laudo da endoscopia ou da colonoscopia que mostra o pólipo.
Nossa equipe da Gastros já realiza este tipo de procedimento a mais de 10 anos com ampla experiência e mais de duas mil polipectomias.

 

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